Segundo o "Daily Mail", a ex-nadadora não quis ficar no mesmo local que o príncipe, na África do Sul
A princesa Charlene de Mônaco e o príncipe Albert II teriam passado a lua de mel em hotéis diferentes, segundo nota do jornal inglês "Daily Mail".
De acordo com a publicação, o casal ficou por mais de 16 km distante na África do Sul, apesar de terem reservado a suíte presidencial do luxuoso Oyster Box Hotel, em Umhlanga Rocks, próximo de Durban.
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Detalhes sobre o caso foram publicados pelo jornal sul-africano "City Press". "Era para ser uma lua de mel de conto de fadas na África, mas a princesa Charlene dormiu sozinha em um quarto a 16 quilômetros de distância de seu príncipe", escreveu o jornalista Gavin Prins. "Foi confirmado pelo porta-voz do hotel Joanne Hayes que a princesa Charlene ficou na suíte Buthelezi, enquanto Albert ficou no Hotel Hilton, em Durban."
Segundo o "Daily Mail", a lua de mel do casal terminou mais cedo que o previsto, para que Albert II possa realizar os testes de DNA para comprovar a paternidade de outras duas crianças - uma delas, ainda em gestação.
Charlene Wittstock teria tentado fugir do casamento real três vezes antes de oficializar a união com Albert, no dia 1º de julho. Segundo rumores da imprensa internacional, a realeza acreditou que o casamento real poderia ofuscar os escândalos protagonizados pelo príncipe, primeiro na linha de sucessão ao trono de Mônaco. As tentativas de fuga de Charlene aconteceram após a princesa descobrir um terceiro filho ilegítimo do noivo, fruto de uma recente relação extraconjugal de Albert. O príncipe é pai de duas crianças ilegítimas, que não poderiam assumir o trono de Mônaco.
