Tom Hanks vai ao funeral de Michael Clarke Duncan

Ele contracenou com ator em 'À espera de um milagre', de 1999.
Duncan morreu após ser internado com problemas cardíacos.

Tom Hanks foi ao funeral de Michael Clarke Duncan, em Los Angeles, nesta segunda-feira (10). Ele contracenou com Duncan no principal filme do ator, "À espera de um milagre" (1999). Duncan morreu na semana passada e tinha 54 anos. Ele também atuou em filmes como "Sin city - A cidade do pecado" (2005), "O planeta dos macacos" (2001) e "Armageddon" (1998). No dia 13 de julho, o ator sofreu uma parada cardíaca, tendo sido reanimado por sua noiva, Omarosa Manigault. Ela e Duncan pretendiam se casar em janeiro.




Tom Hanks comparece ao funeral de Michael Clarke Duncan em Los Angeles nesta segunda-feira (10) (Foto: AP/Nick Ut)Tom Hanks comparece ao funeral do ator Michael Clarke Duncan em Los Angeles nesta segunda-feira (10) (Foto: AP/Nick Ut)

Desde então, ele estava internado. Ainda em julho, os médicos chegaram a registrar que seu "batimento cardíaco [estava] muito forte". Conhecido por seu porte físico avantajado - o portal IMDb dá conta de que ele tinha 1,96m -, Duncan também chegou a contracenar com Charlie Sheen como convidado especial do seriado "Two and a half man", na pele de um jogador de futebol americano.
Tom Hanks e Omarosa Manigault, viúva de Duncan, no funeral de Michael Clarke Duncan em Los Angeles nesta segunda-feira (10) (Foto: AP/Nick Ut)Tom Hanks e Omarosa Manigault, viúva de Duncan, no funeral de Michael Clarke Duncan em Los Angeles nesta segunda-feira (10) (Foto: AP/Nick Ut)

O TMZ informou que Duncan morreu "de repente". Citando fontes não identificadas, o site escreve que Omarosa, por alguns instantes, deixou o quarto em que o ator estava internado, em Los Angles. Quando ela retornou ao local, ele já estava morto. Michael Clarke Duncan iniciou sua carreira em 1995, e em seus primeiros trabalhos costumava ser escalado para o papel de segurança ou guarda-costas; ele inclusive assinava como "Big Mike Duncan".

Curiosamente, no entanto, seu papel de maior destaque foi o de um prisioneiro sensível e de poderes sobrenaturais, em "À espera de um milagre". A atuação, que colocava em contraste o estereótipo de sua figura e fragilidade do personagem, fez com que recebesse sua única indicação ao Oscar, de melhor ator coadjuvante.

 

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